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Poeta e prosador. Na prosa, prefere o gênero literário da crônica e do conto.
Poeta e prosador. Na prosa, prefere o gênero literário da crônica e do conto.


A grande arma literária de Elisomero é a poesia. Sem, abertamente, se filiar à corrente literária, seus poemas são de acentuado cunho modernista, torneados na forma, estruturados num ritmo suave e de inegável conteúdo humanístico. Realmente, sua arte poética é uma autêntica antropologia, em que o homem, vivido e enredado na teia inconsútil  de um tecnicismo desumano, calculista e massificado, ainda encontra espaço e tempo para amar e para sentir-se ave leve / refugiando-se no pôr-do-sol / equilibrando-se em fios / em pios e cantos / da afogada folhagem / cosmopolita.
A grande arma literária de Elisomero é a poesia. Sem, abertamente, se filiar à corrente literária, seus poemas são de acentuado cunho modernista, torneados na forma, estruturados num ritmo suave e de inegável conteúdo humanístico. Realmente, sua arte poética é uma autêntica antropologia, em que o homem, vivido e enredado na teia inconsútil  de um tecnicismo desumano, calculista e massificado, ainda encontra espaço e tempo para amar e para sentir-se ave leve / refugiando-se no pôr-do-sol / equilibrando-se em fios / em pios e cantos / da afogada folhagem / cosmopolita.  (SANTOS, Sabino R. (1976). pg.22)<ref>SANTOS, Sabino R. (1976). [https://projetopassofundo.com.br/images/2/27/Anu%C3%A1rio_APLetras_1976.pdf Anuário APLetras 1976]. -Passo Fundo: Berthier. 46 páginas. Fragmento Digitado</ref>
 
Suas crônicas e seus contos, muito inferiores em inspiração e essência literária e, especialmente, em artesanato, à sua poesia, precisam ser burilados. Evidentemente que, em sua obra, se percebe o parcial e o limitado da prosa. Em suma, se, na poesia, Elisomero é perspicaz na observação do ser humano, na prosa, essa análise intuitiva a impressão sensível provocada em sua imaginação.  (SANTOS, Sabino R. (1976). pg.22)<ref>SANTOS, Sabino R. (1976). [https://projetopassofundo.com.br/images/2/27/Anu%C3%A1rio_APLetras_1976.pdf Anuário APLetras 1976]. -Passo Fundo: Berthier. 46 páginas. Fragmento Digitado</ref>


== Títulos, prêmios e honrarias ==
== Títulos, prêmios e honrarias ==

Revision as of 19:40, 5 February 2025

Elisomero da Costa Moura
Elisomero da Costa Moura
Nome completo Elisomero da Costa Moura
Ocupação

Elisomero da Costa Moura

Biografia

Elisomero da Costa Moura nasceu em Bento Gonçalves, no dia 15 de junho de 1951. Filho de Onésimo Ribas de Moura, capitão do Exército e de Sinésia Costa Moura, professora. Passou a sua infância e adolescência em Lagoa Vermelha, onde concluiu o primário e secundário. Foi um dos primeiros integrantes do Grupo Literário Nova Geração. Formou-se em Letras pela Faculdade de Educação da Universidade de Passo Fundo. Escreve desde a infância e tem publicado os seus trabalhos nos jornais de Passo Fundo, Erechim e Porto Alegre. Estudante de Direito, conclui, neste ano, o curso jurídico na Faculdade de Direito de Passo Fundo. Leciona Língua Portuguesa e Literatura no segundo grau do Colégio Bom Conselho de Passo Fundo.

Poeta e prosador. Na prosa, prefere o gênero literário da crônica e do conto.

A grande arma literária de Elisomero é a poesia. Sem, abertamente, se filiar à corrente literária, seus poemas são de acentuado cunho modernista, torneados na forma, estruturados num ritmo suave e de inegável conteúdo humanístico. Realmente, sua arte poética é uma autêntica antropologia, em que o homem, vivido e enredado na teia inconsútil  de um tecnicismo desumano, calculista e massificado, ainda encontra espaço e tempo para amar e para sentir-se ave leve / refugiando-se no pôr-do-sol / equilibrando-se em fios / em pios e cantos / da afogada folhagem / cosmopolita. (SANTOS, Sabino R. (1976). pg.22)[1]

Títulos, prêmios e honrarias

Membro da APLetras

Obras

Conteúdos de seu acervo

Conteúdos relacionados

Referências

  1. ↑ SANTOS, Sabino R. (1976). Anuário APLetras 1976. -Passo Fundo: Berthier. 46 páginas. Fragmento Digitado
  2. ↑ Relação de Acadêmicos e Patronos da APLetras - Em 11/05/2008, por Santina Rodrigues Dal Paz
  3. ↑ LECH, Osvandré LC. (2013). 75 anos da Academia Passo-Fundense de Letras. Passo Fundo: Méritos. 312 páginas