Difference between revisions of "O cálice de Sophia"
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| colspan="2" | | | colspan="2" |[[File:O cálice de Sophia.jpg|center|thumb|O cálice de Sophia<ref>AGOSTINI, Aventino A. (1994) [https://projetopassofundo.com.br/images/5/5b/O_c%C3%A1lice_de_Sophia.pdf O cálice de Sophia] -Passo Fundo,: Projeto Passo Fundo. 2017. 112 páginas. E-book</ref>]] | ||
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|Autor | |Autor | ||
| | |[[Aventino Alfredo Agostini]] | ||
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| | |O cálice de Sophia | ||
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|Páginas | |Páginas | ||
| | |112 | ||
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|ISBN | |ISBN | ||
| | |978-85-8326-278-7 | ||
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|Editora | |Editora | ||
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|Publicação | |Publicação | ||
| | |2017 | ||
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''' | '''O cálice de Sophia''' Este bresciano, a conselho de Edgar Morin, pretendia elaborar uma ideologia política aberta, sem se tomar religiosa como aconteceu com o Capitalismo e o Comunismo nisso. Esta teoria, não teria pela base nem a deusa-economia nem o filho sagrado, o deus-lucro. A teoria estava sendo elaborada com o auxílio da origem dos astros do céu, da organização do átomo, da vida e do amor. Contudo, este louco objetivo contrariava, na NB daqueles tempos, uma sociedade de merda hipócrita, vivendo para acumular dinheiro e poder. Mas fiquem tranquilos. | ||
== Apresentação == | == Apresentação == | ||
Introdução, pelo Autor | |||
Em 1937, Nova Bréscia (NB) ainda pertencia ao município de Arroio do Meio. Naquela época, a população da cidade devia estar em tomo de 150 habitantes, se fossem considerados alguns cavalos do comerciante da esquina da praça e outras tantas mulas do concorrente estabelecido a 120m do portal da Igreja de Pedra, batizada com o nome de São João Baptista. Naqueles tempos todos eram católicos e, como no Brasil de outros tempos, quem não fosse hipócrita ou capitalista era comunista e excomungado pelos poderes da igreja (um padre), dos civis (os fabriqueiros), dos militares (um soldado) e de um alienado (o subprefeito). | |||
Ao nascer, os brescianos, no colo da mãe, eram batizados na Igreja de Pedra. A partir dos sete anos, entravam na igreja pela mão da mãe e, ao sair 12 da missa pela mão do pai, entravam na bodega, onde a bebida alcoólica falava mal do governo, fosse capitalista ou comunista. Acreditavam que o poder sempre exalava aroma de vinho corrompido. Consequentemente religião, política e bebida alcoólica eram traumatismos de infância, como frequentar a escola inútil para a prática da vida... | |||
Esclarecidos ou traumatizados desde a primeira infância pelas verdades indiscutíveis da religião eterna, pelo comunismo científico e histórico e ainda pela fase anal do capitalismo, encontravam no ambiente dos botecos o calor e a sabedoria do fogo do grego Heráclito. Quando as chamas do grego se acendiam, insuflavam o orgulho dos brescianos políticos e estes comparavam NB com a Grécia. Se com os gregos havia desavenças, com o auxílio de Baco estas desavenças estavam sendo sanadas (na opinião dos gregos). | |||
Em qualquer churrasqueira que encontrassem ou estabelecessem pelas Américas (há também em N.York) afirmavam com justiça: NB e Grécia têm três coisas em comum, a) as duas descendem da poeira cósmica da Vialáctea; b) as duas estão situadas no mesmo planeta; c) como na Grécia antiga, muitos brescianos eram pensadores como Pitágoras, Anaxágoras, Epicuro, Zenon, Sócrates, Platão e Aristóteles, porque os brescianos também tinham cérebro... | |||
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== Índice == | == Índice == | ||
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*INTRODUÇÃO 11 | |||
* A RELIGIÃO 17 | |||
* A DEUSA 21 | |||
* ESCOLA PLANETÁRIA: SOLUÇÃO POLÍTICA 25 | |||
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*A MULHER DOS AGRICULTORES DE NB 41 | |||
* A VIDA E O CÁLICE DE SOPHIA 51 | |||
* O PODER 91 | |||
* NA MORTE A RE-EVOLUÇÃO DA VIDA 97 | |||
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== Conteúdos relacionados == | == Conteúdos relacionados == | ||
== Referências == | == Referências == | ||
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Latest revision as of 20:51, 29 March 2025
| O cálice de Sophia | |
|---|---|
O cálice de Sophia[1] | |
| Descrição da obra | |
| Autor | Aventino Alfredo Agostini |
| Título | O cálice de Sophia |
| Assunto | Educação |
| Formato | E-book (formato PDF) |
| Editora | Projeto Passo Fundo |
| Publicação | 2017 |
| Páginas | 112 |
| ISBN | 978-85-8326-278-7 |
| Impresso | Formato |
| Editora | Projeto Passo Fundo |
| Publicação | 2017 |
O cálice de Sophia Este bresciano, a conselho de Edgar Morin, pretendia elaborar uma ideologia política aberta, sem se tomar religiosa como aconteceu com o Capitalismo e o Comunismo nisso. Esta teoria, não teria pela base nem a deusa-economia nem o filho sagrado, o deus-lucro. A teoria estava sendo elaborada com o auxílio da origem dos astros do céu, da organização do átomo, da vida e do amor. Contudo, este louco objetivo contrariava, na NB daqueles tempos, uma sociedade de merda hipócrita, vivendo para acumular dinheiro e poder. Mas fiquem tranquilos.
Apresentação
Introdução, pelo Autor
Em 1937, Nova Bréscia (NB) ainda pertencia ao município de Arroio do Meio. Naquela época, a população da cidade devia estar em tomo de 150 habitantes, se fossem considerados alguns cavalos do comerciante da esquina da praça e outras tantas mulas do concorrente estabelecido a 120m do portal da Igreja de Pedra, batizada com o nome de São João Baptista. Naqueles tempos todos eram católicos e, como no Brasil de outros tempos, quem não fosse hipócrita ou capitalista era comunista e excomungado pelos poderes da igreja (um padre), dos civis (os fabriqueiros), dos militares (um soldado) e de um alienado (o subprefeito).
Ao nascer, os brescianos, no colo da mãe, eram batizados na Igreja de Pedra. A partir dos sete anos, entravam na igreja pela mão da mãe e, ao sair 12 da missa pela mão do pai, entravam na bodega, onde a bebida alcoólica falava mal do governo, fosse capitalista ou comunista. Acreditavam que o poder sempre exalava aroma de vinho corrompido. Consequentemente religião, política e bebida alcoólica eram traumatismos de infância, como frequentar a escola inútil para a prática da vida...
Esclarecidos ou traumatizados desde a primeira infância pelas verdades indiscutíveis da religião eterna, pelo comunismo científico e histórico e ainda pela fase anal do capitalismo, encontravam no ambiente dos botecos o calor e a sabedoria do fogo do grego Heráclito. Quando as chamas do grego se acendiam, insuflavam o orgulho dos brescianos políticos e estes comparavam NB com a Grécia. Se com os gregos havia desavenças, com o auxílio de Baco estas desavenças estavam sendo sanadas (na opinião dos gregos).
Em qualquer churrasqueira que encontrassem ou estabelecessem pelas Américas (há também em N.York) afirmavam com justiça: NB e Grécia têm três coisas em comum, a) as duas descendem da poeira cósmica da Vialáctea; b) as duas estão situadas no mesmo planeta; c) como na Grécia antiga, muitos brescianos eram pensadores como Pitágoras, Anaxágoras, Epicuro, Zenon, Sócrates, Platão e Aristóteles, porque os brescianos também tinham cérebro...
Índice
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Conteúdos relacionados
Referências
- ↑ AGOSTINI, Aventino A. (1994) O cálice de Sophia -Passo Fundo,: Projeto Passo Fundo. 2017. 112 páginas. E-book