Difference between revisions of "Paredes nuas"
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| | |poesia | ||
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| | |Poesia | ||
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| | |2013 | ||
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| | |74 | ||
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|ISBN | |ISBN | ||
| | |978-85-64997-89-9 | ||
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|Impresso | |Impresso | ||
|Formato | |Formato 15 x 21 cm | ||
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|Editora | |Editora | ||
| | |Berthier | ||
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| | |1996 | ||
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'''Paredes nuas: poesia''' | '''Paredes nuas: poesia''' "É a vida que palpita nos poemas vibrantes dessa mulher, sensível e corajosa, que sabe expressar suas idéias de forma independente." ''Ctrts Haidie Sartori,'' Advogada e Professora | ||
"Nos versos de PAREDES NUAS, que refletem a caminhada do indivíduo entre a dor e a alegria, autora e leitor se ide11ti.ficam, na mais Jasci11ante das aventuras humanas, a co11sta11te gestação de si mesmo." - ''Iara Salttt Caierão,'' Mestra em Educação | |||
== Apresentação == | == Apresentação == | ||
''APRESENTAÇÃO, por [[Adalberto Kaspary]]''<ref>Professor e Escritor</ref> | |||
Poesia-vida, ou vida-poesia? Creio que vida-poesia, pois, se a vida não é necessariamente, muito menos sempre, poesia, dela se pode fazer poesia. | |||
Helena vive(u) e convive(u). Da vida - vivida e convivida - vem fazendo poesia. Poesia do campo e da cidade; dos campos de fora, da realidade - vivida e observada -; e dos campos de dentro, da virtualidade latente, filtrada e transformada. | |||
Os lugares por onde passou podem ter sido terra árida; as circunstâncias que viveu podem ter sido banalidades chãs; mas, depois que ela, Helena, pisou a terra ou (com)viveu o momento, este e aquela ficaram marcados por um rastro indelével de poesia: vida-poesia. De Helena. | |||
== Índice == | == Índice == | ||
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* APRESENTAÇÃO 9 | |||
* PAREDES NUAS 10 | |||
* FLOR DE SARJETA 11 | |||
* CARNEIRINHOS 12 | |||
* SERESTEIRO INUSITADO 13 | |||
* CONTRADIÇÕES 14 | |||
* MEUS VERSOS 15 | |||
* DECLARAÇÃO DE AMOR A UM AMOR DESCONHECIDO 16 | |||
* DESENCANTO 18 | |||
* IN NATURA 20 | |||
* SEM DISFARCES 21 | |||
* MORAL À ANTIGA 23 | |||
* DE VITÓRIAS E PRÊMIOS 24 | |||
* CADEIA 25 | |||
* COTIDIANO 26 | |||
* SAUDADES DO MEU TORRÃO 27 | |||
* LIBERDADE AINDA QUE TARDIA 29 | |||
* BALADA DA FLOR E DO INÇO 30 | |||
* ALMA NORDESTINA 31 | |||
* CIDADE VIVA 34 | |||
* O AMOR E A RAZÃO 35 | |||
* CAUSAS E EFEITOS 36 | |||
* CÃO INFIEL 37 | |||
* MISSÃO MATERNA 38 | |||
* SUCATA 40 | |||
| | |||
* DESTINO HUMANO 41 | |||
* MINHA CONSCIÊNCIA, MEU GUIA 42 | |||
* VIVA A ESPERANÇA! 43 | |||
* CONSELHO AMIGO 44 | |||
* JOGO 45 | |||
* FAQUIRES 46 | |||
* HIPOCRISIA 47 | |||
* MISSÃO DE FOGO 51 | |||
* SUBSTANTIVO PERDÃO, GÊNERO FEMININO 52 | |||
* PAISAGEM RURAL 53 | |||
* SE EU FOSSE DEUS 54 | |||
* VINHO FINO 55 | |||
* DESAFIOS 57 | |||
* FLOR DO ASFALTO 58 | |||
* CHUVAS DE VERÃO 59 | |||
* MEU PARCEIRO, O TOMATEIRO 60 | |||
* PALMILHANDO O PASSADO 61 | |||
* OLHOS QUE VOS QUERO VERDES 63 | |||
* TURNÊ SIDERAL 64 | |||
* FELIZ ANO NOVO 65 | |||
* FIM DE LINHA 66 | |||
* DESPEDIDA DO SONHO 67 | |||
* MIRÍADE 68 | |||
* LÁGRIMAS BENFAZEJAS 69 | |||
* CASAMENTO 70 | |||
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== Conteúdos relacionados == | == Conteúdos relacionados == | ||
[[File:Convite Paredes nuas e outros.jpg|left|thumb|150x150px]] | |||
* Lançado na III Semana das Letras da Academia Passo-Fundense de Letras ocorrida de 08 de abril de 2014. | |||
== Referências == | == Referências == | ||
[[Category:Editados por Projeto Passo Fundo]] | [[Category:Editados por Projeto Passo Fundo]] | ||
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Latest revision as of 09:50, 18 June 2026
| Paredes nuas | |
|---|---|
Paredes nuas[1] | |
| Descrição da obra | |
| Autor | Helena Rotta de Camargo |
| Título | Paredes nuas |
| Subtítulo | poesia |
| Assunto | Poesia |
| Formato | E-book (formato PDF) |
| Editora | Projeto Passo Fundo |
| Publicação | 2013 |
| Páginas | 74 |
| ISBN | 978-85-64997-89-9 |
| Impresso | Formato 15 x 21 cm |
| Editora | Berthier |
| Publicação | 1996 |
Paredes nuas: poesia "É a vida que palpita nos poemas vibrantes dessa mulher, sensível e corajosa, que sabe expressar suas idéias de forma independente." Ctrts Haidie Sartori, Advogada e Professora
"Nos versos de PAREDES NUAS, que refletem a caminhada do indivíduo entre a dor e a alegria, autora e leitor se ide11ti.ficam, na mais Jasci11ante das aventuras humanas, a co11sta11te gestação de si mesmo." - Iara Salttt Caierão, Mestra em Educação
Apresentação
APRESENTAÇÃO, por Adalberto Kaspary[2]
Poesia-vida, ou vida-poesia? Creio que vida-poesia, pois, se a vida não é necessariamente, muito menos sempre, poesia, dela se pode fazer poesia.
Helena vive(u) e convive(u). Da vida - vivida e convivida - vem fazendo poesia. Poesia do campo e da cidade; dos campos de fora, da realidade - vivida e observada -; e dos campos de dentro, da virtualidade latente, filtrada e transformada.
Os lugares por onde passou podem ter sido terra árida; as circunstâncias que viveu podem ter sido banalidades chãs; mas, depois que ela, Helena, pisou a terra ou (com)viveu o momento, este e aquela ficaram marcados por um rastro indelével de poesia: vida-poesia. De Helena.
Índice
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Conteúdos relacionados
- Lançado na III Semana das Letras da Academia Passo-Fundense de Letras ocorrida de 08 de abril de 2014.
Referências
- ↑ CAMARGO, Helena R. (1996) Paredes nuas: poesia -Passo Fundo: Projeto Passo Fundo, 2013. 74 páginas. E-book
- ↑ Professor e Escritor