Difference between revisions of "CTG Lalau Miranda"
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== Histórico== | == Histórico== | ||
CENTRO DE TRADIÇÕES GAÚCHAS (CTG) LALAU MIRANDA Em homenagem a Estanislau de Barros Miranda, forte fazendeiro no município e cultuador do gauchismo, já há alguns decênios falecido, fundou-se em Passo Fundo, a 24 de março de 1952, "Lalau Miranda", (GEHM, Delma R. (1982). página 220)<ref>GEHM, Delma R. (1982). [https://projetopassofundo.com.br/images/1/1a/Passo_Fundo_atrav%C3%A9s_do_tempo_Vol._2.pdf Passo Fundo através do tempo - volume 2: fatos, usos, costumes e valores] -Passo Fundo: Projeto Passo Fundo. 2016. Vol.2. 354 páginas. E-book</ref> | |||
----"O Gaúcho nunca chega numa casa pelos fundos, chega pelo parapeito, à frente da casa e permanece a cavalo, a espera que o mandem entrar. Se não houver ninguém por ali, à vista, chama pelos moradores, em voz alta, com o tradicional "Ooô de casa!" - O dono ou alguém da casa sai à porta e responde invariavelmente: - Boleie a perna e chegue. Só então, o visitante desmonta e se aproxima, começando a conversa pelo, "como vai a família...” (J.A. Pio de Almeida) (NASCIMENTO, Welci. (1992). 118 páginas. E-book)<ref>NASCIMENTO, Welci. (1992). [https://projetopassofundo.com.br/images/1/13/Terra%2C_gente_e_tradi%C3%A7%C3%B5es_ga%C3%BAchasEbk.pdf Terra, gente e tradições gaúchas] -Passo Fundo: Projeto Passo Fundo. 2014. 118 páginas. E-book.</ref> | |||
----Este trabalho é dedicado ao CTG Lalau Miranda em comemoração aos seus 47 anos de fundação. Em 24 de março de 1952 um grupo de intelectuais, jornalistas, poetas, professores, escritores, advogados juntos com pecuaristas, gente do comércio e da indústria, todos gaúchos de “quatro costados”, com base nos estatutos do “35 CTG” de Porto Alegre erguem um centro de tradições em Passo Fundo com a denominação de “CTG LALAU MIRANDA”, homenageando um antigo pecuarista, Estanislau de Barras Miranda. (NASCIMENTO, Welci. (1999). 28 páginas. E-book)<ref>NASCIMENTO, Welci. (1999). [https://projetopassofundo.com.br/images/1/17/A_Prega%C3%A7%C3%A3o_dos_Tradicionalistas.pdf A pregação dos tradicionalistas] -Passo Fundo: Projeto Passo Fundo. 2012. 28 páginas. E-book.</ref> | |||
----Tradição é o ato de transmitir. Transmite-se valores, conhecimentos. Tradição é memória. Ela se transmite de geração em geração. Em se tratando de Rio Grande do Sul, temos um rico acervo cultural sintetizado na música, na dança, no artesanato, no modo de vestir, nas atividades campeiras, na literatura, na culinária. (Welci Nascimento, 2005)<ref>[[GTG Lalau Miranda a Força do Tradicionalismo]]''',''' Em 31/07/2005, por [[Welci Nascimento]]</ref> | |||
----Na década de 1920, surgiu, no Rio Grande do Sul, um movimento cultural denominado de “Regionalismo Rio-Grandense”, trazendo à tona a cultura gaúcha que, no dizer dos críticos daquela época, estava prestes a se apagar. A figura do gaúcho estaria morrendo? O escritor Roque Callage (1919) dizia, através das páginas do velho Correio do Povo: “O gaúcho tem outro tombo na andadura”. Chegamos a um estágio, dizia ele, “onde os costumes estão sendo apagados. (Welci Nascimento, 2007)<ref>[[CTG Lalau Miranda, dados históricos]]''',''' Em 07/08/2007, por [[Welci Nascimento]]</ref> | |||
----O CTG Lalau Miranda foi fundado em 24 de Março de 1952 O 1º Patrão eleito foi o Sr. Múcio de Castro e 1º Capataz e agregado, Sr. Ney Vaz Silva, período de 1952 a 1953. Em 18 de abril de 1953, às 20 horas, houve um rodeio público na Praça Marechal Floriano defronte a rádio Passo Fundo, com grande afluência de público; compareceram os Clarim do 3º RCB da Brigada Militar, discurso, violões, sanfonas etc. etc e declamações as 21.30 foi a posee da nova diretoria; e as 22.30 grande baile ao som uma orquestra guasca, com músicas puramente regionais. (Amadeu Goelzer, 2010)<ref>[[Fundação do CTG Lalau Miranda]]''',''' Em 2010, por [[Amadeu Goelzer]]</ref> | |||
----O nome do Centro deve-se a uma justa e merecida homenagem prestada pelos sócio-fundadores a um dos mais autênticos gaúchos que viveu no século passado, até a segunda década do atual. Nasceu em 24.11.1853 e passou quase toda sua existência num local denominado "Casa Branca" no município de Passo Fundo (RS), vindo a falecer em 9.1.1916. O nome correto do saudoso e muito conhecido pela alcunha de "LALAU MIRANDA" é ESTANISLAU DE BARROS MIRANDA. (Odilon Garcez Ayres. 2010)<ref>[[Denominação do CTG Lalau Miranda]] Em 19/04/2010, por [[Odilon Garcez Ayres]]</ref> | |||
----Estanislau de Barros Miranda, o Lalau, era casado com sua prima, Eufrasina Cardoso (Sinhá), irmã do Cel. Amâncio de Oliveira Cardoso, havendo, desse casamento, duas filhas, sendo uma, Heponina Cardoso Miranda, casada com Aristóteles Lima, tendo dedicado sua vida às lides campeiras e ao comércio herdado de seu pai, continuando com a compra e venda de gado, o armazém de campanha, o pouso de tropas e tropeiros, um soque de erva e um engenho de madeiras, situado no atual Desvio Meneghetti. (''dilon Garcez Ayres, 2012)''<ref>[[O patrono Estanislau de Barros Miranda]] ''Em 30/11/2012, por [[Odilon Garcez Ayres]]''</ref> | |||
----O nome do CTG deve-se a uma justa e merecida homenagem prestada pelos sócios fundadores a um dos mais autênticos gaúchos que das décadas de XIX e XX. Estanislau de Barros Miranda, o “Lalau Miranda”, nasceu em 24 de novembro de 1853 e passou quase toda sua existência num local denominado "Casa Branca" no então distrito de Coxilha, município de Passo Fundo (RS), vindo a falecer em 9 de janeiro de 1916. (Dilerman Zanchet, 2012)<ref>[[Quem foi Lalau Miranda]] Em 27/03/2012, por [[Dilerman Zanchet]]</ref> | |||
----Diziam muitos, daqueles tempos, que fora construída encastelada no alto da mais alta coxilha, visão panorâmica, dum tempo ainda, em que as matas verdejantes bordavam o arroio Quaraim, infestadas de índios Coroados, para defesa própria, e para manter suas roças e alimárias, bem perto dos olhos vigilantes do coronel Francisco, o patriarca de numerosa descendência, de brancos, pretos, índios e até paraguaios, de sobrenome Miranda. (''Odilon Garcez Ayres, 2012)''<ref>[[A Casa Branca de Lalau Miranda]] ''Em 17/06/2012, por [[Odilon Garcez Ayres]]''</ref> | |||
----CTG lalau Miranda, guapo de Passo Fundo,/ Nasceu pro mundo aqui no passo do tropeiro,/ É fortaleza de costumes, plantado em nosso chão, /Nossa cultura exaltada no seu jeito hospitaleiro. | |||
Na escrita poeta, na voz do cantor,/ Na leveza da prenda, no sapateio do peão,/ No brilho da gaita, na dança marcada,/ Encanta plateias, tão grande é a emoção. (Ari Ferrão, 2012)<ref>[[Hino do Cinquentenário do CTG Lalau Miranda]]''',''' Em 01/08/2012, por [[Ari Ferrão]]</ref> | |||
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== Títulos, prêmios e honrarias== | == Títulos, prêmios e honrarias== | ||
*1955 - Rua Lalau Miranda, na Vila Vera Cruz<ref>«[https://leismunicipais.com.br/a1/rs/p/passo-fundo/lei-ordinaria/1955/66/660/lei-ordinaria-n-660-1955-autoriza-o-prefeito-municipal-a-adotar-a-denominacao-de-ruas-e-pracas-da-cidadeq=660 Lei Ordinária 660 1955 de Passo Fundo RS]». leismunicipais.com.br.</ref> - Localização<ref>«[https://www.google.com.br/maps/place/R.+Lalau+Miranda+-+Vila+Vera+Cruz,+Passo+Fundo+-+RS,+99040-150/@-28.2445201,-52.4265538,17z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0x94e2c0ea99b8bbbf:0x54e43784447b5858!8m2!3d-28.2445248!4d-52.4243651?hl=pt-BR&authuser=0 Rua Lalau Miranda - Vila Vera Cruz]». Google maps.</ref> | |||
=== Rua Lalau Miranda === | |||
*1955 - LEI Nº 660 DE 28 DE DEZEMBRO DE 1955<ref>[https://leismunicipais.com.br/a1/rs/p/passo-fundo/lei-ordinaria/1955/66/660/lei-ordinaria-n-660-1955-autoriza-o-prefeito-municipal-a-adotar-a-denominacao-de-ruas-e-pracas-da-cidade?q=660 LEI Nº 660 DE 28 DE DEZEMBRO DE 1955] - leismunicipais.com.br.</ref> - Art. 1º- Fica adotada a nomenclatura de Ruas e Praças da cidade, organizada pela Comissão Especial de Nomenclatura de Ruas, da Câmara Municipal de Vereadores, que vai anexar a esta Lei, em relação alfabética, aprovada pelo Poder Legislativo. - Rua Lalau Miranda, na Vila Vera Cruz<ref>«[https://leismunicipais.com.br/a1/rs/p/passo-fundo/lei-ordinaria/1955/66/660/lei-ordinaria-n-660-1955-autoriza-o-prefeito-municipal-a-adotar-a-denominacao-de-ruas-e-pracas-da-cidadeq=660 Lei Ordinária 660 1955 de Passo Fundo RS]». leismunicipais.com.br.</ref> - Localização<ref>«[https://www.google.com.br/maps/place/R.+Lalau+Miranda+-+Vila+Vera+Cruz,+Passo+Fundo+-+RS,+99040-150/@-28.2445201,-52.4265538,17z/data=!3m1!4b1!4m5!3m4!1s0x94e2c0ea99b8bbbf:0x54e43784447b5858!8m2!3d-28.2445248!4d-52.4243651?hl=pt-BR&authuser=0 Rua Lalau Miranda - Vila Vera Cruz]». Google maps.</ref> | |||
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Latest revision as of 09:48, 2 August 2026
| CTG Lalau Miranda | |
|---|---|
| Nome | CTG Lalau Miranda |
| Local | Passo Fundo, RS |
| Titular do
Acervo IHPF |
|
CTG Lalau Miranda No dia 24 de março de 1952 foi definitivamente fundado o Centro de Tradições Gaúchas LALAU MIRANDA em homenagem ao tradicionalista Estanislau de Barros Miranda, mais conhecido por Lalau Miranda.
Histórico
CENTRO DE TRADIÇÕES GAÚCHAS (CTG) LALAU MIRANDA Em homenagem a Estanislau de Barros Miranda, forte fazendeiro no município e cultuador do gauchismo, já há alguns decênios falecido, fundou-se em Passo Fundo, a 24 de março de 1952, "Lalau Miranda", (GEHM, Delma R. (1982). página 220)[1]
"O Gaúcho nunca chega numa casa pelos fundos, chega pelo parapeito, à frente da casa e permanece a cavalo, a espera que o mandem entrar. Se não houver ninguém por ali, à vista, chama pelos moradores, em voz alta, com o tradicional "Ooô de casa!" - O dono ou alguém da casa sai à porta e responde invariavelmente: - Boleie a perna e chegue. Só então, o visitante desmonta e se aproxima, começando a conversa pelo, "como vai a família...” (J.A. Pio de Almeida) (NASCIMENTO, Welci. (1992). 118 páginas. E-book)[2]
Este trabalho é dedicado ao CTG Lalau Miranda em comemoração aos seus 47 anos de fundação. Em 24 de março de 1952 um grupo de intelectuais, jornalistas, poetas, professores, escritores, advogados juntos com pecuaristas, gente do comércio e da indústria, todos gaúchos de “quatro costados”, com base nos estatutos do “35 CTG” de Porto Alegre erguem um centro de tradições em Passo Fundo com a denominação de “CTG LALAU MIRANDA”, homenageando um antigo pecuarista, Estanislau de Barras Miranda. (NASCIMENTO, Welci. (1999). 28 páginas. E-book)[3]
Tradição é o ato de transmitir. Transmite-se valores, conhecimentos. Tradição é memória. Ela se transmite de geração em geração. Em se tratando de Rio Grande do Sul, temos um rico acervo cultural sintetizado na música, na dança, no artesanato, no modo de vestir, nas atividades campeiras, na literatura, na culinária. (Welci Nascimento, 2005)[4]
Na década de 1920, surgiu, no Rio Grande do Sul, um movimento cultural denominado de “Regionalismo Rio-Grandense”, trazendo à tona a cultura gaúcha que, no dizer dos críticos daquela época, estava prestes a se apagar. A figura do gaúcho estaria morrendo? O escritor Roque Callage (1919) dizia, através das páginas do velho Correio do Povo: “O gaúcho tem outro tombo na andadura”. Chegamos a um estágio, dizia ele, “onde os costumes estão sendo apagados. (Welci Nascimento, 2007)[5]
O CTG Lalau Miranda foi fundado em 24 de Março de 1952 O 1º Patrão eleito foi o Sr. Múcio de Castro e 1º Capataz e agregado, Sr. Ney Vaz Silva, período de 1952 a 1953. Em 18 de abril de 1953, às 20 horas, houve um rodeio público na Praça Marechal Floriano defronte a rádio Passo Fundo, com grande afluência de público; compareceram os Clarim do 3º RCB da Brigada Militar, discurso, violões, sanfonas etc. etc e declamações as 21.30 foi a posee da nova diretoria; e as 22.30 grande baile ao som uma orquestra guasca, com músicas puramente regionais. (Amadeu Goelzer, 2010)[6]
O nome do Centro deve-se a uma justa e merecida homenagem prestada pelos sócio-fundadores a um dos mais autênticos gaúchos que viveu no século passado, até a segunda década do atual. Nasceu em 24.11.1853 e passou quase toda sua existência num local denominado "Casa Branca" no município de Passo Fundo (RS), vindo a falecer em 9.1.1916. O nome correto do saudoso e muito conhecido pela alcunha de "LALAU MIRANDA" é ESTANISLAU DE BARROS MIRANDA. (Odilon Garcez Ayres. 2010)[7]
Estanislau de Barros Miranda, o Lalau, era casado com sua prima, Eufrasina Cardoso (Sinhá), irmã do Cel. Amâncio de Oliveira Cardoso, havendo, desse casamento, duas filhas, sendo uma, Heponina Cardoso Miranda, casada com Aristóteles Lima, tendo dedicado sua vida às lides campeiras e ao comércio herdado de seu pai, continuando com a compra e venda de gado, o armazém de campanha, o pouso de tropas e tropeiros, um soque de erva e um engenho de madeiras, situado no atual Desvio Meneghetti. (dilon Garcez Ayres, 2012)[8]
O nome do CTG deve-se a uma justa e merecida homenagem prestada pelos sócios fundadores a um dos mais autênticos gaúchos que das décadas de XIX e XX. Estanislau de Barros Miranda, o “Lalau Miranda”, nasceu em 24 de novembro de 1853 e passou quase toda sua existência num local denominado "Casa Branca" no então distrito de Coxilha, município de Passo Fundo (RS), vindo a falecer em 9 de janeiro de 1916. (Dilerman Zanchet, 2012)[9]
Diziam muitos, daqueles tempos, que fora construída encastelada no alto da mais alta coxilha, visão panorâmica, dum tempo ainda, em que as matas verdejantes bordavam o arroio Quaraim, infestadas de índios Coroados, para defesa própria, e para manter suas roças e alimárias, bem perto dos olhos vigilantes do coronel Francisco, o patriarca de numerosa descendência, de brancos, pretos, índios e até paraguaios, de sobrenome Miranda. (Odilon Garcez Ayres, 2012)[10]
CTG lalau Miranda, guapo de Passo Fundo,/ Nasceu pro mundo aqui no passo do tropeiro,/ É fortaleza de costumes, plantado em nosso chão, /Nossa cultura exaltada no seu jeito hospitaleiro.
Na escrita poeta, na voz do cantor,/ Na leveza da prenda, no sapateio do peão,/ No brilho da gaita, na dança marcada,/ Encanta plateias, tão grande é a emoção. (Ari Ferrão, 2012)[11]
Títulos, prêmios e honrarias
Rua Lalau Miranda
- 1955 - LEI Nº 660 DE 28 DE DEZEMBRO DE 1955[12] - Art. 1º- Fica adotada a nomenclatura de Ruas e Praças da cidade, organizada pela Comissão Especial de Nomenclatura de Ruas, da Câmara Municipal de Vereadores, que vai anexar a esta Lei, em relação alfabética, aprovada pelo Poder Legislativo. - Rua Lalau Miranda, na Vila Vera Cruz[13] - Localização[14]
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Conteúdos relacionados
Referências
- ↑ GEHM, Delma R. (1982). Passo Fundo através do tempo - volume 2: fatos, usos, costumes e valores -Passo Fundo: Projeto Passo Fundo. 2016. Vol.2. 354 páginas. E-book
- ↑ NASCIMENTO, Welci. (1992). Terra, gente e tradições gaúchas -Passo Fundo: Projeto Passo Fundo. 2014. 118 páginas. E-book.
- ↑ NASCIMENTO, Welci. (1999). A pregação dos tradicionalistas -Passo Fundo: Projeto Passo Fundo. 2012. 28 páginas. E-book.
- ↑ GTG Lalau Miranda a Força do Tradicionalismo, Em 31/07/2005, por Welci Nascimento
- ↑ CTG Lalau Miranda, dados históricos, Em 07/08/2007, por Welci Nascimento
- ↑ Fundação do CTG Lalau Miranda, Em 2010, por Amadeu Goelzer
- ↑ Denominação do CTG Lalau Miranda Em 19/04/2010, por Odilon Garcez Ayres
- ↑ O patrono Estanislau de Barros Miranda Em 30/11/2012, por Odilon Garcez Ayres
- ↑ Quem foi Lalau Miranda Em 27/03/2012, por Dilerman Zanchet
- ↑ A Casa Branca de Lalau Miranda Em 17/06/2012, por Odilon Garcez Ayres
- ↑ Hino do Cinquentenário do CTG Lalau Miranda, Em 01/08/2012, por Ari Ferrão
- ↑ LEI Nº 660 DE 28 DE DEZEMBRO DE 1955 - leismunicipais.com.br.
- ↑ «Lei Ordinária 660 1955 de Passo Fundo RS». leismunicipais.com.br.
- ↑ «Rua Lalau Miranda - Vila Vera Cruz». Google maps.