Difference between revisions of "Djanira de Oliveira Lângaro"
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| | |Djanira de Oliveira Lângaro | ||
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'''Djanira de Oliveira Lângaro''' | '''Djanira de Oliveira Lângaro''' nasceu dia 14 de janeiro de 1903, em Passo Fundo, filha de Floriano Jose De Oliveira e de Rozalina de Miranda Lima, casou-se com Arthur Langaro | ||
== Biografia, Histórico == | == Biografia, Histórico == | ||
=== Uma breve história de vida de Djanira === | |||
Quando Djanira Oliveira nasceu em 14 de janeiro de 1903, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil, seu pai, Floriano Jose De Oliveira, tinha 33 anos e sua mãe, Rozalina de Miranda Lima, tinha 25 anos. Ela casou-se com Cel. Arthur Langaro em 3 de janeiro de 1925, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil. Eles tiveram pelo menos 1 filha. | |||
----DJANIRA DE OLIVEIRA LANGARO - Esta mulher que, um dia foi eleita ""A Mais Bela Gaúcha dos Pampas", nasceu em Passo Fundo, no dia 13 de janeiro de 1903. Filha de Floriano José Lucas de Araújo e Rosalina Lima Oliveira, Djanira casou-se com o industrial Arthur Lângaro em 1925. Teve apenas uma filha, Maria de Lourdes Lângaro Markus, casada com o dr. Bruno Markus. Dona Djanira era uma mulher bonita e extrovertida. Em 1919 foi eleita Rainha do Carnaval do Clube Diamantino de Erechim. Quatro anos depois, representando sua cidade de Passo Fundo, foi eleita rainha do concurso "A Mais Bela Gaúcha dos Pampas". (SILVA, Geraldo C, COSTAMILAN Selma. (2001). Pag 67-68)<ref>SILVA, Geraldo C, COSTAMILAN Selma. (2001). [https://projetopassofundo.com.br/images/2/29/Passo_Fundo_nome_pr%C3%B3prio_feminino.pdf Passo Fundo Nome Próprio Feminino]. -Passo Fundo: Tittos Arte Gráfica. 276 páginas Digitalizado.</ref> | |||
----A Cruz Vermelha resultou da bondade e do espírito humanitário de Jean Henry Dunant, um homem de negócios de Genebra preocupado com as mazelas sociais. Em uma de suas viagens presenciou a batalha de Solferino, na atual Itália, ocorrida em 24 de junho de 1859, quando os franceses expulsaram os austríacos do norte da península. Milhares de mortos e feridos sem atendimento médico ou de enfermagem comoveram-no a começar a atender os feridos com os recursos de que dispunha. Logo as mulheres das cidades vizinhas começam a ajudá-lo e consolidaram a ideia de que são “tutti fratelli” (todos irmãos). Os feridos, dos seus exércitos e mesmo os adversários, eram recebidos em abrigos improvisados, recebem tratamento e, quando possível, foram curados. (''Cleidi Maria Ferreira, 2011''<ref>[[Djanira Lângaro à frente da Cruz Vermelha]] '''-''' ''Em 28/01/2011, por [[Cleidi Maria Ferreira]]''</ref>) | |||
----O ano de 1979 foi de transformações no panorama nacional. Diante de uma “abertura lenta, gradual e segura”, proposta pelos ditadores militares, que, em meio a algumas dificuldades operacionais e desgastes públicos já acenavam timidamente ao retorno da democracia, uma série de medidas foram aprovadas. A exemplo disso, a revogação do AI-5 restaurava direitos como o habeas corpus e começava a diminuir a influência da censura nos meios de comunicação. (Alex Antônio Vanin e Roberto Biluczyk, 2019)<ref>[[Salomé de Passo Fundo: em linha direta com o presidente Figueiredo (1979)]] '''-''' Em 2019, por [[Alex Antônio Vanin]] e [[Roberto Biluczyk]]</ref> | |||
----A coluna do Arquivo Histórico Regional, publicada na edição de final de semana de O NACIONAL de 16 e 17 de março e reprisada na de 22 e 23 de junho de 2019, trata da personagem Salomé de Passo Fundo. Leva a assinatura de Alex Antônio Vanin e Roberto Biluczyk, estudantes do curso de mestrado do PPGH-UPF, que, com texto primoroso, rememoram a célebre criação do humorista Chico Anysio, em 1979. Eram tempos pós-AI 5, início da abertura politica no Brasil, governo do general João Baptista Figueiredo e, não sem razão, pelo passado, ainda recente, da repreensão e censura nos veículos e comunicação, a ousadia da idosa Salomé Maria Anunciação, que se comunicava, por telefone, com um ex-aluno de nome João Baptista, e fazia críticas ao governo, não poderia passar despercebida. (''Gilberto Rocca da Cunha, 2019)''<ref>[[Djanira de Passo Fundo]] '''-''' ''Em 28/06/2019, por [[Gilberto Rocca da Cunha]]''</ref> | |||
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== Títulos, prêmios e honrarias == | == Títulos, prêmios e honrarias == | ||
== Conteúdos de seu acervo == | == Conteúdos de seu acervo == | ||
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Latest revision as of 11:15, 20 June 2025
| Djanira de Oliveira Lângaro | |
|---|---|
| Nome completo | Djanira de Oliveira Lângaro |
| Ocupação | assistente social |
| Genealogia | |
Djanira de Oliveira Lângaro nasceu dia 14 de janeiro de 1903, em Passo Fundo, filha de Floriano Jose De Oliveira e de Rozalina de Miranda Lima, casou-se com Arthur Langaro
Biografia, Histórico
Uma breve história de vida de Djanira
Quando Djanira Oliveira nasceu em 14 de janeiro de 1903, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil, seu pai, Floriano Jose De Oliveira, tinha 33 anos e sua mãe, Rozalina de Miranda Lima, tinha 25 anos. Ela casou-se com Cel. Arthur Langaro em 3 de janeiro de 1925, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil. Eles tiveram pelo menos 1 filha.
DJANIRA DE OLIVEIRA LANGARO - Esta mulher que, um dia foi eleita ""A Mais Bela Gaúcha dos Pampas", nasceu em Passo Fundo, no dia 13 de janeiro de 1903. Filha de Floriano José Lucas de Araújo e Rosalina Lima Oliveira, Djanira casou-se com o industrial Arthur Lângaro em 1925. Teve apenas uma filha, Maria de Lourdes Lângaro Markus, casada com o dr. Bruno Markus. Dona Djanira era uma mulher bonita e extrovertida. Em 1919 foi eleita Rainha do Carnaval do Clube Diamantino de Erechim. Quatro anos depois, representando sua cidade de Passo Fundo, foi eleita rainha do concurso "A Mais Bela Gaúcha dos Pampas". (SILVA, Geraldo C, COSTAMILAN Selma. (2001). Pag 67-68)[1]
A Cruz Vermelha resultou da bondade e do espírito humanitário de Jean Henry Dunant, um homem de negócios de Genebra preocupado com as mazelas sociais. Em uma de suas viagens presenciou a batalha de Solferino, na atual Itália, ocorrida em 24 de junho de 1859, quando os franceses expulsaram os austríacos do norte da península. Milhares de mortos e feridos sem atendimento médico ou de enfermagem comoveram-no a começar a atender os feridos com os recursos de que dispunha. Logo as mulheres das cidades vizinhas começam a ajudá-lo e consolidaram a ideia de que são “tutti fratelli” (todos irmãos). Os feridos, dos seus exércitos e mesmo os adversários, eram recebidos em abrigos improvisados, recebem tratamento e, quando possível, foram curados. (Cleidi Maria Ferreira, 2011[2])
O ano de 1979 foi de transformações no panorama nacional. Diante de uma “abertura lenta, gradual e segura”, proposta pelos ditadores militares, que, em meio a algumas dificuldades operacionais e desgastes públicos já acenavam timidamente ao retorno da democracia, uma série de medidas foram aprovadas. A exemplo disso, a revogação do AI-5 restaurava direitos como o habeas corpus e começava a diminuir a influência da censura nos meios de comunicação. (Alex Antônio Vanin e Roberto Biluczyk, 2019)[3]
A coluna do Arquivo Histórico Regional, publicada na edição de final de semana de O NACIONAL de 16 e 17 de março e reprisada na de 22 e 23 de junho de 2019, trata da personagem Salomé de Passo Fundo. Leva a assinatura de Alex Antônio Vanin e Roberto Biluczyk, estudantes do curso de mestrado do PPGH-UPF, que, com texto primoroso, rememoram a célebre criação do humorista Chico Anysio, em 1979. Eram tempos pós-AI 5, início da abertura politica no Brasil, governo do general João Baptista Figueiredo e, não sem razão, pelo passado, ainda recente, da repreensão e censura nos veículos e comunicação, a ousadia da idosa Salomé Maria Anunciação, que se comunicava, por telefone, com um ex-aluno de nome João Baptista, e fazia críticas ao governo, não poderia passar despercebida. (Gilberto Rocca da Cunha, 2019)[4]
Títulos, prêmios e honrarias
Conteúdos de seu acervo
Imagens
Djanira Lângaro, Chico Anysio como Salomé, Foto: 1979 Desconhecido[5] |
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Conteúdos relacionados
Referências
- ↑ SILVA, Geraldo C, COSTAMILAN Selma. (2001). Passo Fundo Nome Próprio Feminino. -Passo Fundo: Tittos Arte Gráfica. 276 páginas Digitalizado.
- ↑ Djanira Lângaro à frente da Cruz Vermelha - Em 28/01/2011, por Cleidi Maria Ferreira
- ↑ Salomé de Passo Fundo: em linha direta com o presidente Figueiredo (1979) - Em 2019, por Alex Antônio Vanin e Roberto Biluczyk
- ↑ Djanira de Passo Fundo - Em 28/06/2019, por Gilberto Rocca da Cunha
- ↑ À esquerda, Djanira Lângaro. À direita, Chico Anysio caracterizado como Salomé (1979). Conforme a revista Manchete, Djanira teria servido de inspiração para Salomé – Manchete, 16 jun. 1979, pp. 132-133. Djanira Lângaro, Chico Anysio como Salomé
