Difference between revisions of "Nilo Portaluppi de Quadros"
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! colspan="2" style="text-align:center;" |Nilo Portalupi de Quadros | |||
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|Nome completo | |||
|Nilo Portalupi de Quadros | |||
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'''Nilo Portalupi de Quadros''' nasceu em Passo Fundo, dia 27 de junho de 1914 | |||
== Biografia == | |||
[[File:Funcionários Banco da Provincia.jpg|left|thumb|Funcionários Banco da Província |166x166px]] | |||
Nasci em 27 de junho de 1914 e sempre morei em Passo Fundo. Sou tetraneto de Adão Schel e neto de Lino Pacheco de Quadros, por parte de pai, e de ítalo Portalupi e Celestina Giforni Portalupi, por parte de mãe. | |||
Sou descendente de Lino de Quadros, que veio de Lajeado e era ourives. Chegou solteiro antes da Proclamação da República. Já estava com idade avançada e todos perguntavam se ele não iria casar. Casualmente, disse ele, hoje nasceu a moça com que eu vou casar. Ele esperou 17 anos e, quando ele já estava com 54 anos, casaram e tiveram três filhos.[[File:Rua do Commércio em 1870.jpg|left|thumb|168x168px|Rua do Commércio ]] | |||
[[File:Maria Loureiro e Nilo Quadros.jpg|thumb|148x148px|Maria Loureiro e Nilo Quadros |left]]O povoamento de Passo Fundo começou sua expansão a partir do Boqueirão pela rua do Comércio – hoje Avenida Brasil. Começava na estrada que levava a Carazinho, terminando na rua Teixeira Soares. A distância do atual centro da cidade era tão grande que poucos se aventuravam a pé. Era normal a utilização de cavalos, carroças, aranhas e os chamados carros de praça, com tolda e puxados por animais. | |||
Com a chegada da Viação Férrea em 1898, foi construído o Hotel do Comércio em frente à antiga Gare, onde hoje é a Caixa Econômica Federal. Além dele, existia o Hotel Internacional na esquina das Avenidas Brasil e Sete de Setembro. Devido a isso a cidade começou sua real expansão e, em 1920, a Avenida já chegava até o Colégio Bom Conselho. Nessa época todos se conheciam e a população era de aproximadamente 20 mil habitantes. Para aquela época, o município era muito grande. | |||
No início do século XX, existia a Igreja Matriz, que foi demolida em 1908 para a construção de uma futura Catedral. A nova Catedral só começou a ser construída em 1935, existindo até hoje. Levou muitos anos para ficar pronta, pois era mantida somente com donativos e quermesses. A Matriz da Conceição surgiu em 1891 e igualmente foi muito vagarosa a sua edificação. Quando seu alicerce estava pronto, iniciou a Revolução de 93, parando a obra. Só em 1911 recomeçaram os trabalhos. O Bispo de Santa Maria, Dom Miguel de Lima Valverde, participou do lançamento da pedra angular da igreja que só ficou pronta lá por 1920. | |||
A iluminação era a base de lampiões a querosene. Os lampiões localizavam-se na esquina da Avenida Brasil com a rua Benjamin Constant; o outro era na esquina da Fagundes dos Reis com a Avenida Brasil, destacando-se por serem somente nos cruzamentos de ruas, em postes bem altos, curvos e com uma roldana na qual passava um cabo de aço que segurava o lampião. Assim também era com os lampiões da Praça Marechal Floriano. A luz elétrica chegou em 1912, quando construíram a primeira usina do Rio Taquari. A velha usina existe até hoje, na cascata. (''Somando, 2001)''<ref>[[Nilo Portalupi de Quadros, dados biográficos]] ''Em 31/03/2001, por [[Somando]]''</ref> | |||
== Títulos, prêmios e honrarias == | |||
== Conteúdos de seu acervo == | |||
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| Nilo Portalupi de Quadros | |
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| Nome completo | Nilo Portalupi de Quadros |
| Ocupação | bancário
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Nilo Portalupi de Quadros nasceu em Passo Fundo, dia 27 de junho de 1914
Biografia
Nasci em 27 de junho de 1914 e sempre morei em Passo Fundo. Sou tetraneto de Adão Schel e neto de Lino Pacheco de Quadros, por parte de pai, e de ítalo Portalupi e Celestina Giforni Portalupi, por parte de mãe.
Sou descendente de Lino de Quadros, que veio de Lajeado e era ourives. Chegou solteiro antes da Proclamação da República. Já estava com idade avançada e todos perguntavam se ele não iria casar. Casualmente, disse ele, hoje nasceu a moça com que eu vou casar. Ele esperou 17 anos e, quando ele já estava com 54 anos, casaram e tiveram três filhos.
O povoamento de Passo Fundo começou sua expansão a partir do Boqueirão pela rua do Comércio – hoje Avenida Brasil. Começava na estrada que levava a Carazinho, terminando na rua Teixeira Soares. A distância do atual centro da cidade era tão grande que poucos se aventuravam a pé. Era normal a utilização de cavalos, carroças, aranhas e os chamados carros de praça, com tolda e puxados por animais.
Com a chegada da Viação Férrea em 1898, foi construído o Hotel do Comércio em frente à antiga Gare, onde hoje é a Caixa Econômica Federal. Além dele, existia o Hotel Internacional na esquina das Avenidas Brasil e Sete de Setembro. Devido a isso a cidade começou sua real expansão e, em 1920, a Avenida já chegava até o Colégio Bom Conselho. Nessa época todos se conheciam e a população era de aproximadamente 20 mil habitantes. Para aquela época, o município era muito grande.
No início do século XX, existia a Igreja Matriz, que foi demolida em 1908 para a construção de uma futura Catedral. A nova Catedral só começou a ser construída em 1935, existindo até hoje. Levou muitos anos para ficar pronta, pois era mantida somente com donativos e quermesses. A Matriz da Conceição surgiu em 1891 e igualmente foi muito vagarosa a sua edificação. Quando seu alicerce estava pronto, iniciou a Revolução de 93, parando a obra. Só em 1911 recomeçaram os trabalhos. O Bispo de Santa Maria, Dom Miguel de Lima Valverde, participou do lançamento da pedra angular da igreja que só ficou pronta lá por 1920.
A iluminação era a base de lampiões a querosene. Os lampiões localizavam-se na esquina da Avenida Brasil com a rua Benjamin Constant; o outro era na esquina da Fagundes dos Reis com a Avenida Brasil, destacando-se por serem somente nos cruzamentos de ruas, em postes bem altos, curvos e com uma roldana na qual passava um cabo de aço que segurava o lampião. Assim também era com os lampiões da Praça Marechal Floriano. A luz elétrica chegou em 1912, quando construíram a primeira usina do Rio Taquari. A velha usina existe até hoje, na cascata. (Somando, 2001)[1]
Títulos, prêmios e honrarias
Conteúdos de seu acervo
Conteúdos relacionados
Referências
- ↑ Nilo Portalupi de Quadros, dados biográficos Em 31/03/2001, por Somando