Cruz Vermelha da Cidade de Passo Fundo

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Cruz Vermelha da

Cidade de Passo Fundo

Cruz Vermelha
Nome Cruz Vermelha da

Cidade de Passo Fundo

Cruz Vermelha da Cidade de Passo Fundo Em sessão realizada no Clube Co­mercial, no dia 9 de maio de 1942, e presidida pelo dr. Armando Vasconcellos, então chefe do Posto de Higiene local, foi instalado o Núcleo de Volun­tários da Cruz Vermelha de Passo Fundo. (Delma Rosendo Gehm)

Histórico

26 - CRUZ VERMELHA BRASILEIRA Em sessão realizada no Clube Comercial, no dia 9 de maio de 1942, e presidida pelo dr. Armando Vasconcellos, então chefe do Posto de Higiene local, foi instalado o Núcleo de Voluntários da Cruz Vermelha de Passo Fundo. Na ocasião esteve presente o delegado da Cruz Vermelha Brasileira, Paulo de Tarso da Rocha, quando foi eleita a 1a. Diretoria: Presidentes de Honra: Dr. Victor Graeff e exma. esposa dr. Nicolau de Araújo Vergueiro, e exma. esposa. Comandante do 8.o R.l. e exma. esposa. Comandante do 3º Regimento de Cavalaria da Brigada Militar; Presidente prof. Mathilde H. Mazeron; Vice-Presidente, Djanira de Oliveira Langaro; Secretária Geral - Almery Pereira e Silva; 1a. Secretária - Maria de Lourdes Stoll; 2a. Secretaria - Martha E. Helm; 1a. Tesoureira - Eulina B. Braga; 2a. tesoureira - Hilda Prado Duarte. Procuradores: dr. Darcy Berbigier, dr. Gelso Ribeiro, Adelina Tochetto e Sara Duarte. Conselho Diretor: Arthur Langaro, Celso da Cunha Fiori, Pedro S. Avancini, dr. João J. Rocha, Tulio Fontoura, Arthur Pretto, Mario Braga, Clodoaldo Brenner, Lainha J. da Rocha, Cecilia Kneipp, Walda L. de Souza, Zulmira Ribas, Nomy Langaro, Mucio de Castro, Beda Feil, Januária P. Porto, Maria da Luz Dias, Maria Cunha e Leticia Lago. (Delma, 1982, pg 183-186)[1]


Noite de sábado, 9 de maio de 1942. Clube Comercial. Casais dançam ao som do jazz tocado pela Banda Marcial da Brigada Militar. Homens e mulheres elegantemente vestidos enchem o salão de baile unidos por uma causa mundial: a segunda Grande Guerra. Horas antes, em sessão solene realizada no mesmo local, reunia-se a elite passo-fundense. Representantes civis, militares, eclesiásticos de âmbito nacional, municipal e internacional estavam atentos à fala do Dr. Armando Vasconcellos, chefe do Posto de Higiene Local. Estava instalado o Núcleo de Voluntários da Cruz Vermelha Brasileira de Passo Fundo (CVBPF). (Anderson Roman Pires, 2010[2])


Djanira de Oliveira Lângaro

A Cruz Vermelha resultou da bondade e do espírito humanitário de Jean Henry Dunant, um homem de negócios de Genebra preocupado com as mazelas sociais. Em uma de suas viagens presenciou a batalha de Solferino, na atual Itália, ocorrida em 24 de junho de 1859, quando os franceses expulsaram os austríacos do norte da península. Milhares de mortos e feridos sem atendimento médico ou de enfermagem comoveram-no a começar a atender os feridos com os recursos de que dispunha. Logo as mulheres das cidades vizinhas começam a ajudá-lo e consolidaram a ideia de que são “tutti fratelli” (todos irmãos). Os feridos, dos seus exércitos e mesmo os adversários, eram recebidos em abrigos improvisados, recebem tratamento e, quando possível, foram curados. (Cleidi Maria Ferreira. 2011[3])


File:Cruz Vermelha na Revolução de 1932

SENHORES CONSELHEIROS, Senhoras e Senhores, a CRUZVERMELHA BRASILEIRA é a mais importante Entidade filantrópica do país. É uma sociedade civil sem fins lucrativos. Funciona sob a forma federativa. Foi fundada no dia 05.12.1908, e é constituída com fundamento e base nas Convenções de Genebra. A humanidade, a imparcialidade, a neutralidade, a independência, o voluntariado, a unidade e a universalidade são os princípios sobre os quais a Cruz Vermelha se assenta e desenvolve, no Universo, suas obras meritórias. (Irineu Gehlen, 2012)[4]


Títulos, prêmios e honrarias

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Referências